quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Objetivos educacionais para o processo pedagógico-teológico


Debruçado no processo pedagógico para uma boa educação teológica, que está faltando para o contexto teológico brasileiro hoje (com raras exceções), uma tarefa urgente necessita ser exercitada na casa dos profetas: pensar em objetivos educacionais para proporcionar habilidades que capacitem os egressos a serem teólogos práticos em uma contemporaneidade instável e com novas lacunas.

Esses objetivos educacionais devem prever a formação do teólogo que se volta para a transformação da realidade com todos os seus desafios que extrapolam as fronteiras eclesiásticas. E isso poderá ser desenvolvido pela composição de ações hermenêuticas, pois da interação entre a concepção holística e prática da teologia, juntamente com o diálogo com outras ciências, o discente conseguirá desenvolver interpretações atuais da situação social para uma determinada realidade propondo mudanças por meio de sua práxis.

Como o princípio fundamental da hermenêutica, segundo Hans G. Gadamer, está na compreensão da linguagem e da temporalidade do ser, ou conforme Schneider-harpprecht afirma que “a linguagem medeia a consciência de nós mesmos como sujeitos e a consciência de pertencer ao mundo” (Schneider-harpprecht,1998, p. 58), a interpretação da realidade pode ser feita de forma discursiva, pois a linguagem como fenômeno que pode ser interpretado, se abre para a análise crítica da teologia, e de outras áreas do saber, para contrapor os aspectos ideológicos e alienantes no processo do discurso que compõem a sociedade.

Essa é a base habermasiana do conceito do agir comunicativo que tem no sujeito dessa ação o papel de interlocutor que objetiva a coordenação desses atos de linguagem para a mudança social. E esse movimento é feito dentro desse círculo hermenêutico que interpreta as tradições, sendo elas pertencendo ao passado, presente e futuro, para desenvolver uma consciência e ação histórica no mundo.
Robinson

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Igreja no mundo contemporâneo


Pessoal, estou devendo alguns posts sobre educação, mas tá um corre corre louco aqui no seminário. Logo mais teremos algumas reflexões.
Mas, enquanto isso venha debater comigo como está a igreja nesse mundão de 'ai meu Deus' contemporâneo.
att
Roberas

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Será o Sardenberg um capitão do mato?


‘...Quando lhes dão o que mastigar, proclamam paz, mas proclamam guerra santa contra quem não lhes enche a boca’... Miquéias 3:5b.

Todo dia pela manhã antes de ir para o Sevo de Cristo, tenho ouvido a rádio CBN... como já é de costume, mas especificamente nesses dois últimos dias (17-18/set) tenho ouvido os comentários do senhor Carlos Alberto Sardenberg, aquele pacato cidadão que às vezes dá uns pitacos lá no Jornal da Globo (péssimos). Enfim, já não ia com a cara desse cidadão, ainda mais agora depois de ver que a maioria dos seus pitacos são totalmente tendenciosos.

Sardenberg ao comentar a reportagem que saiu no Jornal Valor Econômico, acerca da entrevista do Presidente Lula com relação à sua ótica política em muitas ações realizadas, e também para aquelas que poderão ser desenvolvidas, tachou o velho Lula de centralizador e onipotente no sentido mais pejorativo possível (com intenções claras de desmoralização de suas políticas e governo), devido ao fato do Presidente chamar a responsabilidade para si (eu faço, aconteço, vamos lá etc e tal), e de ter conseguido mudar (Pelo seu poder) um pouco a realidade da grande massa brasileira, e da própria economia do Brasil, em comparação aos outros governos que o antecederam.

Analisando a conjuntura política do atual governo, de fato está muito aquém se considerarmos a antiga ideologia política do ex-‘companheiro’ militante lá das bandas do nosso ABCD paulista, que agora tem um discurso mais comedido e de alianças discrepantes para girar a grande máquina (vocês viram o seu discurso nas comemorações do sete de Setembro? – Lula defendeu claramente o diálogo do livre mercado com a responsabilidade do Estado - ... que mundo é esse “companheiro”, valores neoliberais e responsabilidade social juntas?).

Não estou aqui defendendo o Presidente Lula e endoçando todas as suas políticas, mas os pitacos do senhor Sardenberg são totalmente de um perfil de capitão do mato que se vende para o opressor e faz a política dos grandes barões do café – entenda as multinacionais, os grandes banqueiros, os políticos fazedores de castelinhos e dos monopólios de comunicação, cultura inútil e alienante, que é o caso da sua amiguinha, ou financiadora para os seus discursos, a depravada Rede Globo, - que querem mais que um dos seus coligados tome o poder para que as maracutáias continuem rolando, mas do que já rolam, em prol da volta das políticas de castas, onde quem é pobre, deve morrer miserável, e quem é rico, cada vez deve ficar mais próspero.

Diante desses seus pitacos, meu caro cidadão Sardenberg, saiba que para todos aqueles desprovidos de dignidade física, material, psicológica, social etc - os marginalizados como muitos que eu acompanho em albergues, e todos quantos perecem pela politicagem mancomunada e discursos ‘politicamente corretos’, o atual governo conseguiu fazer o que nenhum dos seus amiguinhos lá do feudo conseguiram na recente história pós-88...ou da própria história dessa nação. Por isso, por favor tome vergonha na cara e pare de ser uma marionete na mão dos grandes senhores que lhe condicionam a discursar o que eles, na prática, já fazem...de deixar o povo a sua própria sorte.
Robinson

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Série Missão Urbana (SMU) - Conclusão


Um médico que se preze normalmente procura sanar a questão que lhe foi apresentado indo direto a raiz do problema. Mas muitos também, não sabendo ao certo qual é o “x da questão”, seja pelo despreparo, que pasmem, existem muitos assim, ou pela displicência como é o caso do nosso Sistema Único de Saúde – SUS se propõem erroneamente a remediar superficialmente o paciente, prolongando desta forma aquela deficiência que inicialmente poderia ser bem simples de solucionar, mas que pela negligência vêm a se tornar crítica e necessitada de intervenções bem mais complexas para tentar salvar o paciente.


Assim é com a igreja e a cidade em minha ótica. No caso da igreja, historicamente ela é detentora de um dualismo que separa corpo e alma, sagrado e profano, mas ao mesmo tempo têm respondido ao seu comissionamento de servir a Deus em sua Missio Dei. Nesse privilégio em poder fazer parte dessa grande e maravilhosa tarefa, a de pregar as boas novas de Jesus Cristo, a igreja tem alcançado muitas vidas, mas bem aqui existe um ponto de conflito, pois, é só pela misericórdia de Deus, que é o responsável pela Missão, que a igreja consegue ‘alcançar’ alguém.


O conflitante disso, é que cada vez mais, e aqui nós calvinistas nos alegramos, é que constantemente é mais pela misericórdia de Deus, do que pela ação da igreja que isso acontece. Essa afirmação está justamente no proselitismo que muitas igrejas locais estão fazendo, por inúmeras razões que já sabemos, e também pela sua prática ‘evangelizadora’ baseada em seu dualismo que foca um lado em detrimento do outro, e também em sua má compreensão do evangelho, que é concebido e propagado historicamente como preocupado somente com as coisas ditas da alma, promovendo assim uma remediação que em muitos casos é insuficiente pela abrangência da dificuldade, que se fora remediado holisticamente teríamos a solução certa para a transformação total de qualquer realidade.


Com isso, não estou dizendo que tudo o que foi feito durante séculos de nada valeu, até porque sou pertencente a esse corpo e responsável também pelos ônus e bônus. Mas quero dizer que ainda hoje com tantos problemas urbanos que direta e indiretamente atingem a todos nós, nós, a igreja, ainda propomos remediações ao mundo sem a eficácia integral do evangelho, prolongando assim muitas coisas que facilmente poderiam ser resolvidas se nos empenhássemos mais no serviço diligente do Reino.


Agora no caso da Cidade, muitos dos seus problemas urbanos ainda persistem devido a planejamentos e gestões totalmente irrelevantes para a causa da própria cidade e de seus habitantes, que segundo observamos ao longo dos posts, a cidade e seus constituidores são um só, e por isso, quando um é afetado o outro vive as seqüelas. Fora também o anesteziamento da cidadania militante frente ao quadro político que deveria ser o executor de bons planejamentos, mas não é devido a sua politicagem corrupta que tomou mais intensidade nos últimos anos.


Desta forma, é a partir dessas duas realidades de remediações superficiais que temos que entrar com intervenções, pois, se negligenciarmos isso teremos um prognóstico de mais caos, até porque uma vez que a igreja que também é detentora de uma mensagem de salvação/libertação continua sendo irrelevante para os problemas que a cercam, e por outro lado a constante e enorme migração para os grandes centros se acumulam, e os problemas também, pode gerar, ou já está gerando, um grande câncer onde todos infelizmente serão os responsáveis. E não adianta apelar para escatologias desumanas que afirmam que as coisas devem piorar para que venha logo a parusia do Cristo, até porque como também vimos em nossa proposta, é o mundo e as cidades o palco que Deus escolheu para que a sua Igreja lhe responda na viração do dia: “es mi aqui Senhor, usa-me a mim!”

SMU: P3 - orçamentos públicos


Projeto 3: Intervenção na elaboração e execução dos orçamentos públicos para as cidades.

Os movimentos populares, sejam eles de cunho Cristão ou não, podem intervir na elaboração e execução do orçamento público. Isso se dá pela participação na Lei orçamentária anula –LOA, ou então pelo Plano Plurianual – PPA, que é um mecanismo de que define as metas e prioridades para investimentos para quatro anos.


Conforme já expressamos anteriormente, a participação popular na elaboração dos recursos públicos é nos garantido por lei no Estatuto das Cidades. Munidos dessa lei que é embasada constitucionalmente, podemos como associação em prol da cidade garantir como representantes desse segmento o direito dos cidadãos frente à cidade.


Tal participação tem como objetivo garantir a transparência e avaliação no que se diz respeito às prioridades políticas para a cidade – São coerentes ou não com as propostas. E também visa intervir e articular as necessidades da população/cidade para inserção no quadro orçamentário, desejando assim um atendimento real dessas demandas.


O desenvolvimento dessa participação orçamentária se dá primeiramente pelo o que já mencionamos acima, que é o conhecimento da própria população em saber de perto quais as carências do bairro, região e cidade. Mas esse conhecimento precisa ser associado com pautas de prioridades para serem negociadas, até porque não conseguiremos sanar todos os problemas de uma só vez, como por exemplo: Construção de casas populares para o assentamento “X”, asfaltamento das ruas, construção de creches em bairros carentes, saneamento básico etc.


Uma vez feita essa organização de demandas, é necessário apresentar ao poder público que essas questões possuem cabimento. E isso pode ser feito por meio do projeto de mapeamento urbano apresentado no ponto/projeto 1, que trará esses indicadores para consulta.


Robinson

SMU: P2 - audiências públicas


Projeto 2: Realização de audiências públicas do município na ACPC

No processo de formulação de qualquer política pública, e no nosso caso é para a cidade, os órgãos competentes, prefeituras etc, na maioria das vezes não possui muita clareza no que se diz respeito a real expectativa da população em relação as suas necessidades vinculadas aos problemas das cidades.

Com isso, não é possível que nesse processo seja realizado simples pesquisas de opinião, mas muito pelo contrário, em se tratando de formulação de políticas públicas onde se envolve diversos interesses, é necessário que mantenha um diálogo aberto entre os diferentes pontos de vista, para então se construir alternativas condizentes com a realidade urbana.

Desta forma, é por meio das audiências públicas que poderão ser realizadas na ACPC que a prefeitura, juntamente com os órgãos responsáveis pelas cidades, poderá em diálogo conhecer as necessidades da população em relação à cidade.

As audiências públicas propriamente ditas são instrumentos de participação popular para a melhoria as cidades. As audiências consistem em sessões de discussão abertas para todos onde pode ser tratado qualquer assunto de importância para a cidade. Isso serve tanto para a coleta de opiniões, quanto para a própria tomada de decisão quanto a qualquer política pública.



continua...



Robinson

terça-feira, 1 de setembro de 2009

SMU: ASSOCIAÇÃO CRISTÃ PRÓ-CIDADE - ACPC.


O Nome da associação se chamaria: ASSOCIAÇÃO CRISTÃ PRÓ-CIDADE - ACPC. Essa associação como movimento comunitário pode ser estendido para diversos municípios brasileiros. A vantagem de se criar a associação é o potencial de possíveis parcerias, que ao serem estabelecidos com o poder público e outras instituições de ajuda (ONGs como Grão de Mostarda etc), de cunho cristão ou não, pode muito bem viabilizar a estrutura da associação enquanto que a mesma foca o seu objetivo e serviço para a comunidade e cidade.

Constituindo a Associação Cristã Pró-Cidade, seus associados que podem vir tanto do contexto cristão-evangélico, como também da ‘comunidade leiga’ em seu sentido de relacionamento com Deus, devem reconhecer que acima de seus objetivos individuais, existem objetivos coletivos que devem ser priorizados. E como conseqüência disso, se forma então uma consciência de diálogo mútuo que assume publicamente para a cidade os seus direitos e obrigações cidadãs.

Considerando as burocracias tais como: estatuto social com sua assembléia geral constituinte e o seu registro, como etapas já conquistadas, a associação em pleno serviço de seus objetivos, objetivos estes que mais uma vez destacamos que será focado para a cidade, estaria fundamentalmente representando a comunidade com os seus problemas urbanos nos conselhos das cidades e outras esferas com abertura participativa.

Essa representação possibilitaria depois das reuniões e apresentação/manifestação dos problemas urbanos, algumas soluções dadas em conjunto para sanar as possíveis questões que incomodam a população em seus espaços. E tais soluções em nível de município, estado e país só possuem voz por meio dessa representação. Nesse caso, representação significa: “fazer as vezes do outro”. Dito isso, segue algumas atividades que podem ser identificadas como pequenos projetos de missão urbana, sob o guarda-chuva desse grande projeto que é a própria associação que representará a população frente a cidade:

Projeto 1: Mapeamento Urbano

Esse projeto visa fazer o mapeamento de um bairro ou município, levantando os dados referentes aos problemas urbanos a partir dos próprios moradores. Desta forma, esse instrumento pode ser utilizado para futuros planejamentos de políticas públicas para a cidades. O importante é destacar que tal trabalho não terá um registro frio da realidade, mas uma vez utilizando os próprio moradores, ou associados da ACPC, a amostragem será bem dinâmica, pois estaremos ouvindo os agentes constituidores de uma determinada região que esteja defasada.

Dentre os objetivos desse projeto de mapeamento estão: Abranger uma parcela maior de participação popular com a sua descrição quanto aos problemas urbanos; ter a uma percepção mais fidedigna dessa mazelas urbanas; estimular essa população para ser agentes de mudança na cidade; elaborar um banco de dados que permita fiscalizar os órgãos responsáveis quanto as suas ações de melhorias, ou não, dos espaços sinalizados pelo mapeamento; identificar com esse banco de dados as demandas e ofertas existentes em determinada região (assentamentos, favelas, bairros etc) para um melhor planejamento das ações vinculadas com projetos de políticas públicas para as cidades.

Quanto a preparação desse mapeamento será necessário a mobilização geral de diversos segmentos de movimentos sociais, assim também como diversos setores da população, até porque, não é somente o morador de um assentamento ou bairro carente que faz parte da cidade como um todo, mas também outros segmentos da população que de alguma forma são afetados pelos problemas das cidades.

A pesquisa em si pode ser feita em parceria com o Projeto Brasil 21, que é apoiado pela Sepal, que pode auxiliar com a uma das suas ferramentas de manipulação e apresentação de dados.
E por fim, do produto final desse mapeamento podemos utilizá-lo para a elaboração de uma espécie de guia do cidade, que poderá ser distribuído para a população e para a prefeitura e órgão que ‘cuidam’ das cidades. Com esse guia poderemos ter um panorama das políticas urbanas para o município, sabe quem são os agentes de transformação, como eles enxergam a cidade e quais suas idéias para a elaboração de políticas para o melhoramento dos espaços.


continua


Robinson

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

SMU - Projeto de Criação de uma Associação Cristã Pró-Cidades.


Como vimos ao longo de todo o trabalho (posts), a participação popular na vida e gestão das cidades é de extrema importância, até porque, podemos até dizer que as cidades e seus constituidores são uma coisa só, ou seja, quando participamos para a melhoria dos espaços, estamos trazendo benefícios para nós mesmo, e não simplesmente, ou friamente, para a cidade.

Mas essa participação, seja ela em qual esfera for, da cidade ou os seus conselhos, não podem ser feita de forma desorganizada, e sim organizada, pois, além de exercermos a nossa cidadania como homens e mulheres políticos, acima disso em sua importância está o fator fundamental de toda a nossa ação no mundo, a resposta ao comissionamento de Cristo para darmos testemunho ao mundo acerca do seu Poder, Glória e Majestade.

E esse fator fundamental está arrolado em duas bases que não podemos nos esquecer para essa ação organizada: A consciência do plano divino, que indica que o próprio Deus tem um plano inicial que primeiramente está na sua auto-revelação, ou seja, na revelação de quem é este Deus - o Deus criador de todas as coisas – Gn 1:1, Ne. 9:6, Jó 26:7, Sl 102:25 etc; na queda do homem, onde como conseqüência temos a morte espiritual e estrutural dessa criatura que foi feita à imagem e semelhança divina – Gn 33:6, Is 43:27, Rm 5:12, 1Cor 15:21 e 1Tm 2:14 - o qual David Hessalgrave nos diz que “em certo sentido eles fracassaram, mas não o plano de Deus” (Hessalgrave, 1995, p. 14); e a redenção e reconciliação com a sua criação – Sl 31:5, 111:9, Lv 25:27 e 49, Is 41:14, 43:14, Jr 50:34, Rm 3:24, I Co 1:30, Ef 4:30.

A segunda base a ser observada, e que também é ligada ao plano divino, está no chamado de todos os cristãos como igreja de Cristo em missão. Sobre o chamado dentro desse plano maior, está a nossa cooperação como agentes ativos desse processo e não meros espectadores – Êx 23:25, Dt 10:12 Mc 10:43-44, 16:20, At 20:24, I Co 3:9, 2 Co 6:1. Como igreja, que existe para glorificação de Deus – Mt 16:18, 1 Co 6:20, ser a noiva de Cristo – 1 Co 11;2, ser luz no mundo At 13:47, e de responder prontamente ao seu comissionamento – Mt 24:14, 28:19, Mc 16:15, Lc 24:47.

Dessa forma, e com esse norte, apresentamos a sugestão de criação de uma associação de cunho cristão em prol das cidades, que enxergue a cidade como campo missionário, não para um proselitismo barato, ou somente vinculado aos interesses egoístas de conseguir benefícios políticos, mais muito pelo contrário, é por sua inserção na vida da cidade que a viabilização do testemunho integral do Cristo libertador também se dará para a vida das pessoas, e da cidade como um todo.

O Nome da associação se chamaria... (continua)